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terça-feira, 19 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Chico Bento de coração.
Se um dia pudéssemos tirar dos nossos corações as pedras e a frieza, e conseguíssemos novamente ter a simplicidade do coração de uma criança, voltaríamos a ver, nas pequenas coisas, a beleza da vida. Pena que quando crescemos perdemos esta capacidade.
Chico Bento!!! Se todos fossem assim o mundo seria melhor!!! Não digo pelo saber, mas pela simplicidade do coração.
OBS: Devido a problemas de postagens, se achar que está pequeno aperte as teclas SHIFT e + que terá um zoom e uma melhor definição dos diálogos.
Um beijo grande e muita luz a todos.
História tirada da revista Chico Bento Número 44 da Maurício de Sousa Editora
terça-feira, 5 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Rumo ao Paraíso
Nesta semana a postagem é especial. Fico muito feliz que o Blog esteja sendo visto por algumas pessoas e que as mensagens ali postadas possam trazer um pouco de reflexão e ponderação. E está acontecendo algo muito legal e que me deixa muito contente: na primeira publicação convidei quem quisesse participar do blog e postar alguma coisa era só enviar o texto que publicaríamos. E hoje se faz a primeira postagem com participação (que me enche de alegria) especial de amigos que estão compartilhando seus pensamentos e nos ajudando a construir este espaço. O texto de hoje é de uma grande amiga, Flávia.
Obrigado Flávia, e que seu texto possa ser base para uma grande reflexão, e será.
Rumo ao Paraíso
No mundo atordoado em que vivemos não é difícil de nos surpreendermos sonhando com o ‘Paraíso’. Mas, na maioria das vezes, sequer pensamos em como conseguir o passaporte para o referido ‘Paraíso’.
É certo que na atualidade (isso infelizmente) tentam nos mostrar que as maiores desgraças ocorridas são comuns e devem fazer parte do nosso dia-a-dia.
Dessa forma, senão ficarmos vigilantes, com certeza, não chegaremos à porta daquele sonhado lugar.
Então, nos perguntamos: o que devemos fazer para vivermos no ‘Paraíso’? Lógico que a resposta vem logo! Devemos amar o próximo, sermos bons, sermos caridosos...
É! A resposta todo nós sabemos. O grande desafio é aplicá-la em nossas vidas.
Assim, não é difícil chegarmos à conclusão de que para merecermos o ‘Paraíso’ devemos nascer de novo!
Pois bem! Vamos nos fazer esse convite a cada dia!
Vamos, ao menos tentar, nascer de novo!
E, por Nascer de Novo, podemos dizer: amar cada vez mais o próximo; procurar ser mais caridoso; buscar entender as nossas dificuldades, os nossos desafios; reconhecer os nossos erros, defeitos e procurar acertar mais; plantar o perdão em nossos corações; ajudar ao próximo na sua caminhada...ou seja: ‘lutar’ para alcançarmos a nossa evolução. Evolução que podemos carinhosamente chamá-la de ‘Paraíso’.
Então, amigos, vamos ao trabalho!
Muita luz e paz a todos vocês. Até a próxima.
domingo, 19 de setembro de 2010
Quando rezamos...
Quando rezamos...
temos que lembrar sempre que:
“(...) o vosso Pai sabe do que tendes necessidade antes que peçais.” (Mateus, 6:8).
Deus sabe tudo, conhece tudo e sabe o que precisamos. Por isso, em algumas circunstâncias, devemos sempre ter em mente que Deus não nos abandonou ou abandonará. Aquele que realmente crê, conhece no seu íntimo que Deus nos fez uma jóia, porém bruta, e que esta pequena jóia precisa ser lapidada.
Quando rezamos temos que lembrar que a qualidade das nossas orações reflete o somatório de nossas atitudes ante a vida em vários momentos e circunstâncias:
Somos: - Ato e atitude.
-o que pensamos.
A oração: - A oração propicia a renovação.
- Cria hábitos saudáveis para mudar a atitude.
- Demonstra o papel indispensável da vontade.
Porém, devemos SEMPRE lembrar que orar requer algumas coisas fundamentais da nossa pessoa. Achamos que orando tudo virá no outro dia, em fração de segundos e que a oração é realização imediata no homem. Devemos sempre:
· Aprender a pedir e esperar passivamente pela resposta.
· Pedir e não perseverar é esperar por milagre. Ex: rezamos para arrumar um emprego, porém não saímos para achá-lo. Como este emprego virá?
· Lembrar que Deus não faz milagres. Não compreendemos as razões, mas sabemos que é necessário, a cada um de nós, aquilo que passamos. Se realizar é porque merecemos e se não realizar é porque também merecemos.
“Todo aquele que trabalha pelo bem, com as suas mãos e com o seu pensamento, esse é o filho que aprendeu a orar, na exaltação ou no pedido, porque em todas as circunstâncias será fiel a Deus, consciente de que a vontade do Pai é mais justa e sábia do que a sua própria.” (Chico Xavier)
· Alcançar o que se pede, pela mudança comportamental.
“A dádiva chegará, mas depende de ti, da maneira de procederes na luta construtiva, persistindo ou não na confiança, sem a qual o Divino Poder encontra obstáculos naturais para exprimir-se em teu caminho.” (Chico Xavier)
A oração e sua força.
Selecionei um vídeo que você vai se emocionar, aprender e se espelhar. Quem sabe, seremos, um dia, como esta menina de 14 anos. Veja como a ORAÇÃO e a CONFIANÇA podem ser a base para que a vida continue tendo sentido e que seja uma luz que te guie sempre.
(NÃO DEIXEM DE VER ATÉ O FINAL, VALE A PENA).
Muita luz e paz para todos vocês
Beijo grande
domingo, 12 de setembro de 2010
Não julgais, pois...
Não julgais, pois...
não sabemos os pensamentos íntimos no coração.
Lembre-se que há:
. Ação x intenção.
. Circunstância
. Estágio evolutivo do autor
Quem somos nós para entendermos o íntimo de cada um. Desconhecemos as razões do coração e suas circunstâncias, pois as circunstâncias mudam tudo.
Temos que ter um olhar de compaixão e ponderação junto ao outro. Não podemos decretar um julgamento antes de qualquer entendimento.
"Como vedes uma trave no olho do vosso irmão, quando não enxerga o teu próprio". (Jesus)
O problema não é ver os defeitos dos outros, pois podemos aprender. A insensatez da humanidade consiste em vermos o mal de outrem, antes de vermos o mal que está em nós. Fiquemos no foco (que somos nós mesmos). Não tente corrigir os outros antes de TENTAR aplicar em você. O esforço do aprendizado primeiro vem para o que passa. Ex: vamos a uma palestra e dizemos: "fulano deveria ouvir isso", "isso é para o ciclano", entre outras.
Esquecemos das nossas necessidades.
O orgulho é que induz o homem a dissimular, para si mesmo, os seus defeitos morais e físicos. Deveremos tirar as nossas máscaras e olharmos de frente para nós mesmos. Devemos ser verdadeiros com a nossa própria pessoa e termos coragem para enfrentarmos a nossa verdadeira forma de ser.
Criamos desculpismos para abrandar nossas imperfeições.
Não julgues, Julga-te...
Não condenes, Condena-te...
Não censures, Educa-te...
Faça hoje, Não Amanhã...
"Não julgues ninguém, porque não vês os motivos, mas só os atos." (Fernando Pessoa)
Não julgue para não ser julgado...
Para refletir!!!
Certa vez, em uma cidade do interior de Minas, um padeiro foi ao delegado e deu queixas do vendedor de queijos que segundo ele estava roubando, pois vendia oitocentos gramas de queijo e dizia estar vendendo 1 kilo. O delegado pegou o queijo de um quilo e constatou que só pesava oitocentos gramas e mandou então prender o vendedor de queijos sob a acusação de estar fraudando a balança. O vendedor de queijos ao ser notificado da acusação confessou ao delegado que não tinha peso em casa e por isso, todo o dia comprava dois pães de meio quilo cada, colocava os pães em um prato da balança e o queijo em outro e quando o fiel da balança se equilibrava ele então sabia que tinha um kilo de queijo. O delegado para tirar a prova mandou comprar dois pães na padaria do acusador e pode constatar que dois pães de meio quilo se equivaliam a um quilo de queijo. Concluiu o delegado que quem estava fraudando a balança era o mesmo que estava acusando o vendedor de queijos.
Nós somos um pouco assim e muitas vezes acusamos os outros de nossos próprios vícios.
Muita luz e paz a todos vocês.
Beijo grande
sábado, 4 de setembro de 2010
"Alegoria da Churrasqueira"
Bem meus amigos, em sala de aula costumo falar sobre Platão, Filósofo grego do século V a.C., que escreveu, na minha opinião, uma das mais belas formas de expressar o conhecimento: “O Mito da Caverna” ou “Alegoria da Caverna”. Esta história contada por Platão, em seu livro “A República”, narra a história de pessoas que estão dentro de uma caverna e que um de seus “habitantes” sai e conhece um outro mundo, o mundo real.
Bom, meu objetivo aqui não é contar sobre a Alegoria da Caverna de Platão, mas quem quiser conhecer um pouco mais sobre este “mito” vá neste link http://scm2000.sites.uol.com.br/mitodacaverna.html e leia sobre esta linda passagem.
Porém o meu conto está associado à forma como Platão trabalhou: uma alegoria. Alegoria é "Imagem literária que possui sentido oculto e onde as abstrações ou coisas inanimadas são representadas por meio de personagens, enredos e situações."
Pois é, um dia pensando, refleti sobre o Amor e a Paixão. A partir de uma inspiração momentânea, saiu a ALEGORIA DA CHURRASQUEIRA. Uma alegoria do que é o Amor e a Paixão a partir de uma churrasqueira. Será possível??? Vou lhes contar:
Acredito que podemos ser uma eterna churrasqueira. A partir de agora você é uma churrasqueira. Uma churrasqueira especial, uma churrasqueira preparada para amar. Sendo assim, precisamos nos preparar para amar. Preparamos então a nossa churrasqueira com carvão, colocamos o pedaço de papel com óleo, jogamos um pouco de álcool. Estamos preparados para pegar fogo, para apaixonarmos. Porém falta algo; um algo mais do que importante; alguém que risque o fósforo e ascenda a churrasqueira. Pois é, procuramos este alguém em várias situações de nossa vida. Achamos que podem ser, em determinadas ocasiões, pessoas que estão perto de nós ou que encontraremos em uma das “coincidência” da vida. Mais cedo ou mais tarde alguém irá jogar este fósforo. Quando menos se espera, este “alguém“ aparece e risca aquele pequeno palito. A explosão se faz presente. A perspectiva da felicidade se apresenta a nossa porta. Nossa churrasqueira começa a acender. Vemos o fogo, as labaredas aparecendo e a fumaça começando a subir. Estamos começando a apaixonar. Porém, como em um churrasco real, em alguns momentos parece que ascendemos a nossa churrasqueira, mas como num piscar de olhos, depois de alguns abanos, o fogo vai sumindo na mesma proporção que chegou. Ficamos decepcionados com o momento. Achávamos que a nossa paixão iria durar, porém passou rapidamente como tantas outras que ocorreram em nossa vida. Não é a pessoa correta, dizemos. Acreditávamos que era, mas agora, só nos resta as lembranças. Cabe aceitarmos a verdadeira conclusão: Não foi desta vez.
Partimos novamente para o que está ao nosso alcance: reiniciar o processo. Até que...
Agora sim, vai... O fogo reaparece no meio do carvão, você abana, gasta energia, cuida do fogo. As labaredas aparecem cada vez maiores conquistando todos os lados da churrasqueira. Este fogo é a PAIXÃO. Avassalador, embriagado em seu próprio domínio, consumindo todo oxigênio presente. Não temos controle sobre ele. É intenso. O fogo da paixão está em você. Paixão , palavra sem definição, que nos leva a pensarmos o impensável, que nos remete a lugares nunca antes navegados, projeção intensa do nosso coração.
Abanamos, cuidamos, começamos a ver as labaredas, que antes, proporcionadas pelo álcool ou pelo pedaço de pão encharcado em óleo, aparecem agora, transformadas em pequenos filetes cor laranja, começando a se fixar no próprio carvão, ganhando força para se manter presente e emitindo calor. Este processo vai se fazendo de forma gradativa, devagar, e, como na churrasqueira, o fogo descontrolado dá lugar à brasa. Podemos afirmar que estamos vivenciando a passagem da PAIXÃO ao AMOR. O amor não é descontrolado, é domado, cheio de vida e repleto de calor, como uma brasa de carvão. O Amor, em alguns momentos, sai do controle, porém já temos o domínio sobre os sentimentos e fazemos com que se torne novamente apenas brasa, controlando sua impulsão, como as labaredas em meio às brasas. O amor está lá, não se apaga, não precisamos ficar colocando nada para abastecê-lo, consome por si só.
Mas como o carvão, o Amor, quando presente, preciso ser cuidado. Cuidado com afeto, carinho, abastecido com a dinâmica da vida, longe da monotonia. O Amor é brasa, vai se consumindo aos poucos, sem que a gente note. Ao notarmos que o Amor está esfriando (carvão acabando de se queimar) temos que colocar mais carvão, mais ingrediente para que mantenha este fogo aceso.
Infelizmente, alguns não percebem este desgaste natural do amor. E o fogo do amor se consome por inteiro. Vai com o tempo perdendo força, consumindo cada pedaço de seu pequeno ser, até que não lhe resta mais nada do que cinzas. As cinzas ainda emitem uma pequena fonte de calor, que se faz perceber através de sua existência, mas, dali, não se gera mais nada. Quando você assusta, tenta fazer com que o fogo não se acabe por inteiro, e, em um gesto de tentar resgatar o que está se perdendo, acabamos sufocando o que restou, jogando mais carvão sobre as cinzas. O resultado é o que conhecemos: Sufocado, morre o último calor existente ali. É o fim desta história entre pessoas, entre seres que se cruzaram um dia e que gerou mudanças significativas em cada ser ali presente. Os momentos estarão apenas na memória a partir de agora. Uma nova página terá que ser escrita no livro da vida.
E o que nos resta fazer??? Acabou!!! Aquele fogo, aquele amor não existe mais. Só nos resta limpar a churrasqueira. Retirarmos as cinzas, lavarmos o que ficou e que não serve mais e prepararmos para uma nova etapa. Só nos resta agora voltarmos para o início desta história e recomeçar tudo novamente.
LEMBREM-SE MEUS AMIGOS, NUNCA DEIXE A CHAMA DO AMOR SE APAGAR. CUIDE DESTE AMOR SEJA ELE QUAL FOR: AMOR DE RELAÇÃO, AMOR IDEAL, AMOR RELIGIOSO OU OUTRAS FORMAS DE AMOR. ALIMENTE-O SEMPRE, POIS SAIBA QUE SE NÃO FOR CUIDADO DIARIAMENTE, ESTE AMOR SE TRANSFORMARÁ EM CINZAS.
Nota: história com direito autoral.
Muita luz e muita paz a todos vocês.
Beijo a todos.
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